Magalu divulga ferramenta que ajuda a identificar tipos de violência contra a mulher

"Violentômetro" retoma a campanha #EuMetoAColherSim e pode ser acessado no aplicativo da companhia

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No mês em que a Lei Maria da Penha completa 19 anos, o Magalu amplia a divulgação do “Violentômetro”, ferramenta que ajuda a identificar os diferentes tipos de violência contra a mulher, em uma escala de alertas para o feminicídio. A ação, realizada em parceria com o Grupo Mulheres do Brasil, é mais um movimento da companhia no combate à violência contra as mulheres, e já está disponível no aplicativo da marca.

“Os dados são alarmantes: a maioria das mulheres no Brasil desconhecem seus próprios direitos quando sofrem violência, mesmo quase duas décadas depois do marco da Lei Maria da Penha”, afirma Ana Luiza Herzog Drummond, diretora de Reputação e Sustentabilidade do Magalu. “Nossa intenção é que as mulheres tenham todas as informações necessárias para se proteger, e lembrar que o combate à violência de gênero é um dever de toda a sociedade”. 

Para acessar a ferramenta, basta abrir o aplicativo do Magalu, ir em “Sua Conta” e clicar em “Violência contra a mulher”. O botão reúne contatos úteis como o da Central de Atendimento à Mulher, mais conhecido como Ligue 180, do governo federal, que também pode ser acionado por whatsapp. Há ainda uma ponte com a plataforma Justiceiras, rede de apoio gratuita que oferece orientação jurídica, psicológica e psicossocial a mulheres vítimas de violência doméstica e familiar.

A escala de alertas do Violentômetro começa em chantagear e termina em matar. Entre um e outro são 15 os sinais de violência listados, como intimidar, ciúme excessivo, destruir bens pessoais e fazer ameaças. Eles abarcam os cinco tipos de violência previstos na Lei Maria da Penha: psicológica, moral, patrimonial, física e sexual.

Internamente, o Magalu também disponibilizou um treinamento sobre o Violentômetro para seus colaboradores, especialmente os funcionários de loja. O conteúdo indica como agir em situações de violência contra a mulher, e lista os canais de atendimento a esses casos, a depender da gravidade. Até o final do mês, as lojas Magalu de todo o Brasil receberão um banner do Violentômetro, deixando a informação disponível também para os clientes.

Canal da Mulher Magalu

O Magalu também tem uma estrutura interna de acolhimento a colaboradoras vítimas de violência doméstica, o Canal da Mulher. Em 2024, o canal recebeu 138 manifestações. Em oito anos, mais de 1300 mulheres foram atendidas.

CCriado em 2017em 2017  para oferecer suporte às colaboradoras vítimas de violência doméstica e familiar, ele, o Canal permite que qualquer pessoa relate, de forma identificada ou anônima, situações de risco enfrentadas por funcionárias do Magalu, garantindo que elas recebam o devido apoio da Companhia.

O canal conta com um comitê interno que analisa os casos reportados e acompanha as vítimas até que elas rompam com o ciclo de violência – ou que o agressor seja julgado pela Justiça. Durante o processo, uma equipe especializada garante atendimento psicológico e orientação jurídica a essas mulheres, e a empresa aciona as Delegacias de Defesa da Mulher e as redes municipais de suporte à mulher sempre que necessário. Elas contam, ainda, com auxílio para mudança de residência e suporte alimentar durante esse processo, além de possibilidade de transferência para outra unidade de trabalho (para garantir o afastamento do agressor).


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